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    Estava em uma festa Γ  fantasia da empresa. O dono, vestido como um capitΓ£o, ostentava muitas estrelas em seu peito. O ambiente parecia vibrar de energia, mas eu me sentia entediada. Decidi sair para dar uma volta de bicicleta no quarteirΓ£o. Desci com velocidade uma longa distancia, deixando o vento cortar meu rosto, atΓ© que, ao virar Γ  esquerda subitamente, a atmosfera se transformou. O clima se tornou denso, pedalei com mais cautela, e logo senti uma presenΓ§a me seguindo.

    Quando me virei, um motoqueiro sem rosto, completamente coberto por faixas, estava lΓ‘, parado. Um arrepio percorreu minha espinha, misturado com uma intrigante sensaΓ§Γ£o de pavor e estranhamento. Imediatamente, dei meia-volta, acelerando, enquanto seu pescoΓ§o com um giro de 270 graus como uma coruja, acompanhava minha movimentaΓ§Γ£o.

    Com o coraΓ§Γ£o acelerado, subi a longa avenida empurrando a bicicleta, quase sem fΓ΄lego. Quando entrei novamente no salΓ£o, minha mente estava ainda turva, mas a festa jΓ‘ se encontrava a todo vapor. Os convidados pareciam Γ  vontade, rindo e conversando. No entanto, eu estava distante, como uma observadora fora de cena... 

    De vez em quando, uma garΓ§onete se aproximava, oferecendo-me uma bebida. Eu apenas balanΓ§ava a cabeΓ§a, recusando. Mas quando ela voltou com uma bandeja de salgadinhos, estendi a mΓ£o, instintivamente para me servir. Foi quando ouvi, como um sussurro em minha mente: "NΓ£o coma ou beba nada daqui. Te farΓ‘ muito mal." A voz parecia amigΓ‘vel e muito firme, como se viesse de algum lugar alΓ©m de mim mesma. O aviso paralisou meus movimentos, e ecoou em minha mente durante o despertar!







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Liturgia do sonhar

  Morpheus, escultor de nΓ©voas, teΓ§o-me em teus dedos como bruma que danΓ§a no ventre da noite. Tu, que bordas silΓͺncios com fios de est...